Apesar disso, Câmara conseguiu derrubar o veto da Comissão de Legislação e Justiça ao projeto.
O Plenário da Câmara dos Vereadores derrubou na manhã de hoje (01) o veto da Comissão de Legislação e Justiça à instalação de condicionadores de ar nos ônibus de Teresina. Quatro vereadores votaram a favor do parecer, ou seja, contra a climatização dos coletivos, mas 16 votaram a favor da tramitação do projeto que vai ser apreciado e votado.
Os
vereadores que votaram contra
a climatização dos ônibus de Teresina foram Joninha (PSDB), Edson Melo
(PSDB), Graça
Amorim (PTB) e Jeová Alencar (SD). Os que votaram a favor da tramitação
do projeto foram os
vereadores Ricardo Bandeira (PSDC), Levino de Jesus (PRB), Carlos Filho
(PTB),
Dudu (PT), Gilberto Paixão (PT), Paulo Roberto da Iluminação (PTB),
Antônio Aguiar (PROS), Luís André (PPS), Caio Bucar (PSB), Inácio
Carvalho (PP),
Antônio José Lira (DEM), Edvan Silva (PTC), Cida Santiago (PHS), Rosário
Bezerra (PT), Tiago Vasconcelos (PSB) e Valdemir Virgino (SD). A vereadora Teresina Medeiros
(PPS) se absteve do voto alegando que considera o projeto de grande relevância.
Não
estavam presentes na sessão os vereadores Ananias Carvalho (SD), Celene
Fernandes (SD), Edvaldo Marques (PSB), Major Paulo Roberto (PSD), José
Ferreira, (PSD), R. Silva (PP) e Teresa Brito (PV).
A
justificativa dada pela Comissão
de Legislação e Justiça para o parecer contrário à climatização dos
ônibus foi
de que o poder Legislativo não pode propor um projeto de lei que
acarrete desequilíbrio contratual. Para os membros da Comissão, o
contrato da Prefeitura
com as empresas prevê a circulação de pessoas. A instalação de
condicionadores
de ar nos veículos está fora do que ficou acordado.
Esta não é a primeira vez que a
Câmara de vereadores discute a necessidade de climatização dos ônibus de
Teresina. Durante sessão no final de agosto, o vereador Gilberto Paixão (PT) classificou
o sistema de transporte da Capital como vergonhoso e sem estrutura. Na
ocasião, o vereador citou ainda a frota reduzida em circulação na cidade, e o
sucateamento dos veículos que não possuem condicionadores de ar nem paradas de
ônibus adequadas para atender à população com conforto.

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